30 setembro 2006

Acto I


Um acto teatral onde os personagens
Vão abandonando a sala
Como se desistissem do seu próprio fim.

No palco, as deixas repetem-se,
Há a necessidade de continuar a acreditar,
Tenho de falar, deixar o meu texto continuar.

Tradições que se tentam justificar
Na sedução do pensamento fácil, fútil.
O perder de uns, o tolerar de uns, a minha ilusão!

Um, dois... o sinal da campainha!
Termina o intervalo do tempo,
Procura-se conhecer enfim o tão aguardado, fim!

3 comentários:

Anónimo disse...

Será que o fim existe? Ou é pura ilusão?

Clara

sniqper disse...

Por vezes amiga existem peças no teatro da vida para as quais é bem melhor sair no intervalo, pelo menos ficamos com a possibilidade de construir o fim ao nosso próprio gosto. Kisses

Cris disse...

In life there are many possible endings...the good thing is that most of the time you get to choose the ending you want. Never give up and keep imagining the end to your story... Life is full of surprises!