09 outubro 2006

O horizonte azul lembra o começo.



O tempo desfoca os pormenores,
Cegam-nos as luzes que deixamos,
Estamos exaustos...
Não podemos correr!

Inquieta com a questão inoportuna
Toco-te gelada,
Incrédula,
Negativa,
Esquecida dos já frágeis sentimentos.

A imagem da ilha para lá do horizonte,
será miragem!
Onde está o porto seguro onde termina a história?

O fim!
Atormentados paramos,
Contemplamos recordações
Recusando continuar.

Peço uma dádiva...
Aguardo-a!

3 comentários:

Alma Nova disse...

Deixa, de vez, o passado!
Não esperes, conquista!
Não páres, corre atrás!
Deixa as miragens, abre os olhos e descobre novos horizontes, procura-os!
Não percas a tua vida, só tens uma...

sniqper disse...

Surfar nas ondas da tua vida, revoltear o teu corpo nas ondas da paixão, sem parar, até que por detrás de um solzito lá está o porto seguro, a tua imaginação e vontade viver sem limites...bjs

VC disse...

De quando em vez paro, escuto e olho...não, não! não é para ver passar o comboio, é mesmo num breve mas profundo ir profundamente em mim, trazer-me de volta...e encarar-me sem rodeios nem entrupias. Num sentir sensivel que é o teu, logo perceberás que o horizonte é a nossa utopia, o sonho mais elevando do Ser. Sempre que me quiseres, aqui me tens...bjs
VC